Congregação


Congregação Beneditina

Histórico da Congregação

Assim começou a história dos Beneditinos Missionários e da Irmãs Beneditinas Missionárias de Tutzing

Joseph Georg Amrhein nasceu em 4 de fevereiro de 1844, em Beromünster, no Cantão de Luzerna, na Suíça. Entrou na Abadia de Beuron em 1870 e recebeu o nome religioso de Irmão Andreas.
Padre Andreas concebeu o sonho de fundar uma Comunidade que vivesse segundo a Regra de São Bento e fundasse mosteiros para “missões estrangeiras”, para ali exercer atividades apostólicas. Seus modelos eram os missionários beneditinos anglo-saxônicos, como São Bonifácio e seus companheiros, que, com a ajuda das Santas Líoba, Thekla e Walburga, evangelizaram os povos germânicos no norte da Europa, nos séculos 8 a 10

Pe. Andreas G. Amrhein

Em 1884, Pe. Andreas pôde fundar uma Casa Missionária na Diocese de Regensburg, o Palatino, Alemanha, e aceitar os primeiros candidatos. Deste começo desenvolveu-se a Congregação dos Beneditinos Missionários de Sankt Ottílien. Em 24 de setembro de 1885 entraram as primeiras 4 candidatas em Reichenbach. Elas vieram da Westfália, Alemanha. Consideramos esta data como o dia da fundação da Congregação das Beneditinas Missionárias.
Em 1887 mudou-se toda a comunidade de Reichenbach para Emming, mais tarde denominado “Sankt Ottilien”, na diocese de Augsburgo. Em 1904 foi inaugurada a nova Casa Mãe em Tutzing.

Convento em Tutzing

No dia 29 de julho, a comunidade das “Irmãs Missionárias de São Bento”, sob a direção da primeira Prioresa Geral, M. Birgitta Korff, mudou-se de Sankt Ottilien para Tutzing.

Ir. Birgitta Korff

Carisma da Congregação

A busca de Deus em Comunidade, sob “Regra e Abade”, é a característica fundamental da nossa forma de vida.

Nossa vida em Comunidade encontra a sua expressão na oração e no trabalho em comum, na partilha dos bens materiais e espirituais, no serviço mútuo, no apoio e encorajamento mútuos.

Nossa vida beneditina de oração caracteriza-se pela Liturgia das Horas celebrada em comum e pela “lectio divina”, tendo seu ponto mais alto na Celebração da Eucaristia.

Participamos na Missão da Igreja, colaborando na obra da Evangelização. De acordo com a tradição de nossa Congregação, nós nos comprometemos a proclamar o Evangelho entre aqueles que não conhecem o Cristo e onde o Cristo não é suficientemente conhecido. Servimos onde a Igreja está em necessidade.

É um desafio para nós suscitar o senso de Deus na sociedade contemporânea e fazer com que outros despertem para a salvação integral do mundo, oferecida por Deus em Jesus Cristo.

Estrutura da Congregação

Generelato(Direção Geral) – Roma

A atual Prioresa Geral é Madre Angela Strobel, OSB, da Alemanha.

A Direção Geral se compõe da Prioresa Geral e quatro Conselheiras de diversos países. O Capítulo Geral (eleição) as elege de seis em seis anos

Da esquerda para a direita: Ir. Terese Zemale(Quênia), Ir. Maoro Sye(Coréia), Madre Angela Strobel(Alemanha), Ir. Adelaida Ygrubay(Vigária Geral – Filipinas) e Ir. Aparecida Carvalho(Brasil).

A Congregação se constitui da Direção Geral (Generalato) em Roma, como instância superior, e os Priorados distribuídos pelos Continentes, com suas respectivas Casas, Comunidades e Apostolados.

Irmãs Beneditinas Missionárias de Tutzing no Mundo

Distribuição das Beneditinas Missionárias de Tutzing no Mundo

O que fazem as Beneditinas Missionárias de Tutzing?

As Beneditinas Missionárias de Tutzing estão nos mais diversos lugares do mundo e atuam na Evangelização, Educação, Serviço de Saúde e Serviço Social.

Evangelização

O amor de Cristo nos impele a levar a Boa Nova de Jesus Cristo a todas as pessoas. Esta é a nossa mais nobre tarefa e um anseio do coração de cada missionária. “Deus te ama” é o núcleo do anúncio. O amor de Deus é anunciado por palavras e obras e, antes de tudo pelo nosso ser, a todos os homens, até os confins da terra. Onde as nossas Irmãs vivem e trabalham, quer nas Paróquias, em Comunidades de Base, em Hospitais e Escolas; quer na Pastoral dos Soldados, nas Prisões e nas Favelas, tanto nas cidades, como nos lugares do interior, anunciam a Palavra de Deus. Elas se dirigem a todas as pessoas, aos mais novos e aos mais velhos, aos pobres e ricos, aos sãos e aos doentes, conscientes de que a Boa Nova é para TODOS.

Educação

Desde o início, as missionárias dedicam-se à educação, antes de tudo de jovens e mulheres. Nos lugares onde se estabeleceram, foram criadas Escolas. Assim surgiram, no decorrer da nossa história de quase 120 anos, muitos tipos de educandários: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, inclusive uma Faculdade em Olinda e um Conservatório de Música em Manila. Nas Filipinas, nossas Irmãs dirigem 25 escolas pertencentes à Congregação, com cerca de 30.000 alunos. A estas instituições de ensino se acrescentam outros educandários, como: Escolas Domésticas, Cursos de Corte e Costura, Escolas para Deficientes, Escolas de Enfermagem e Escolas Bíblicas. Alem disso, são oferecidos cursos de todo tipo para atender às pessoas em suas necessidades específicas.

Serviço de Saúde

O bem integral do homem era o grande desejo do Cristo. A missão confiada aos apóstolos abrange não somente o anúncio da Boa Nova, mas também a ordem: “Curai os doentes!” Assim, surgiram no mundo inteiro as chamadas “Obras da Misericórdia”: asilos, leprosários, institutos para deficientes físicos e mentais e outras instituições de caridade, até os modernos hospitais de hoje, as clínicas especializadas, o cuidado de aidéticos, a ajuda terapêutica a pacientes na fase final. As Religiosas estiveram sempre nas fronteiras desses serviços ao próximo sofredor. Médicas, Farmacêuticas, Assistentes Técnicas e inúmeras Enfermeiras acharam o caminho para Tutzing ou foram aí formadas. Elas se empenham tanto nos grandes hospitais nas cidades, como nas pequenas clínicas de locais muito carentes de serviços públicos. Haveria muito a contar sobre a sua doação heróica.

Serviço Social

Os menos favorecidos pela vida, os explorados pela organização mundial, as vítimas da Globalização e os marginalizados – os POBRES – são o público-alvo dos Centros Sociais que mantemos nos países especialmente atingidos. “Option for the poor” (Opção pelos Pobres) é um tema que sempre se repete, há muitos anos, nos nossos Capítulos Gerais. Que podemos fazer mais? Onde podemos nos engajar mais ainda? Como podemos, nós mesmas, viver de forma mais simples? – são perguntas que nos temos feito com freqüência. As respostas concretas foram dadas pelos respectivos Priorados, e dizem respeito às necessidades mais urgentes da população. Assim surgiram as Instituições Sociais, como por exemplo: Lares para Meninos de Rua, Sopa Comunitária, Centros para Imigrantes, Seminários para Agricultores, Escolas para Adultos e Pobres, Cursos Domésticos para mulheres e Cursos Profissionalizantes, Grupos de Terceira Idade, e outros.

Irmãs do Colégio Cristo Rei

Irmã Gertrudes

Irmã Alexandra

Irmã Nicoli

Irmã Dijanira

Irmã Elgiva

Irmã Cleia Cunha

Irmã Andréia

São Bento

Dia 21/03 – Dia de São Bento

“Escuta, ó filho os preceitos do Mestre e inclina o ouvido do teu coração.” Regra de São Bento

Dá-me, Senhor Jesus,
a inteligência que Te entenda,
a sabedoria que Te encontre,
o amor que Te ame,
os ouvidos que Te ouçam,
os olhos que Te vejam,
a língua que Te louve.
Dá-me a tua presença
dá-me a feliz ressurreição
e como prêmio a vida eterna.
Amém
Da oração de São Bento.

Oblatos Beneditinos

Santa Escolástica

Uma importante santa para os beneditinos é Santa Escolástica. Nasceu em Núrsia(Itália) por volta do ano 480 e morreu aos 67 anos de idade, em 10 de fevereiro de 547. Santa Escolástica era irmã de São Bento, colaborando com este seu irmão na fundação de um ramo de beneditinas (comunidade religiosa). Sentiu-se sempre ligada ao santo irmão pelo ideal de consagração a Deus e por uma comum vocação de fundadores. Bento, de monges, Escolástica, de irmãs, que passaram a ter o nome de beneditinas, ou por ter São Bento codificado os estatutos da Ordem, ou por ter sido ele o seu grande inspirador.Consagrada a Deus desde sua infância costumava visitar o irmão uma vez por ano no mosteiro. E assim por sua vez São Bento procedia e costumava visitar a irmãzinha. Passavam o dia em santos colóquios e louvores ao Senhor. À noite tomavam juntos a refeição. Certa vez Santa Escolástica, vendo o aproximar-se da noite rogou-lhe: ” Não me deixes esta noite, suplico-te! – para que possamos falar a noite toda sobre as alegrias da vida celestial!” E São bento lhe respondeu: “De forma alguma, mina irmã, de forma alguma posso permanecer fora do mosteiro!” Quando a religiosa ouviu a negativa do irmão, juntou as mãos sobre a mesa e apoiou a cabeça para rogar a Deus que não o deixasse ir. Naquele momento trovões prenunciaram uma grande tempestade que nem São Bento e os freis que com eles estavam poderiam sair. São Bento então começou a dizer: “Que Deus perdoe você, minha irmã. Que é que você fez?” E ela respondeu: “Pedi ao a você e você não me ouviu; Então pedi ao Senhor e Ele me ouviu”. E assim passaram a noite, conforme Escolástica desejou: em santos colóquios com todos os freis. Três dias após, estando em oração, São Bento viu a alma de sua irmã subindo ao céu em forma de pomba. Teve tanta certeza de sua partida para a eternidade que pediu que fossem buscar seu corpo para enterrá-lo no próprio túmulo. Não foi por pouco a insistência dessa sua irmã: era uma despedida em que Deus realizava sua santa vontade!

Santa Escolástica com o irmão, São Bento

São Bento (Fundador da Ordem Beneditina)

São Bento # Fundador da Ordem Beneditina #

São Bento nasceu em Núrsia na Itália central no ano de 480 e foi para Roma estudar em 499. Enojado pelos vícios da cidade, foi para Enfide, uma pequena comunidade de estudantes a 50 km de Roma. Ele tornou-se um eremita numa caverna perto de Subiaco, agora chamado Dsacro Speco,e ficou lá por 3 anos cuidando de um frei chamado Ramanus(também conhecido de Romano). A santidade de Bento atraiu outros seguidores e discípulos começaram a brotar de todos os lados para estudar com ele. Os monges perto de Vicovaro pediram a Bento para ser o seu Abade. Bento aceitou mas impôs regras severas hoje chamadas de “Regras de Bento”. Ouve então um atentado contra a sua vida e ele retornou a Subiaco. Ali ele fundou um mosterio constituído de 12 outros mosterios, edifícios que transformaram Subiaco em um centro para aprendizado e espiritualidade. Um monge chamado Florentius (conhecido por Florêncio) tentou minar o trabalho de Bento e ele deixou de novo Subiaco e foi morar em Monte Cassino lá pelos anos de 530. Ele destruiu um templo dedicado ao deus Apolo e converteu a população local. Em 531 começou um grande mosterio em Monte Cassino que hoje é visto como o nascimento do monaquismo ocidental. Discípulos vieram para o mosterio e Bento escreveu regulamentos chamados de “Regra Sagrada”, um sistema que envolvia orações, estudos, trabalhos, ascetismo moderado, vida comunitária e bom senso. Escreveu ainda O “Divino Oficio”, uma oração diária na liturgia da igreja; passou a ser o núcleo da rotina monástica.
Enquanto atuando como Abade, Bento aconselhou papas, líderes seculares e ensinou a todos, porem manteve sempre a rotina escolástica. Ele é descrito pelos seus contemporâneos como tendo uma forte, mas amigável personalidade.
Morreu em 21 de março de 547, com 67 anos, quando orava no altar. Seu corpo, bem como o da Santa Escolástica, sua irmã gêmea, parecem que foram desenterrados durante o assalto a Monte Cassino na Segunda Guerra Mundial. Mas tem uma tradição que diz que foram trasladados para Fleury na França, em 703. O Papa São Gregório Magno (590-604) escreveu a sua vida e São Benito foi declarado padroeiro da Europa pelo Papa Paulo VI(1963-1978) em 1964.

S. Bento é invocado o contra veneno (tentaram mata-lo envenenado e ele sentiu o perigo, ainda assim bebeu o veneno, orou e nada sentiu), contra bruxarias, feitiços, encantos e outras supertições, dermatomicoses provocadas por lagartixas e alguns tipos de aranhas(cobreiros).

A antiga tradição beneditina conserva duas festas de S. Bento. A primeira, dia 21 de março é a data morte de S. Bento e a segunda é o dia 11 de julho, quando foi dado a São Bento o título de Patriarca dos Monges do Ocidente e Padroeiro da Europa.

Medalha de São Bento (Importância e origem)

Medalha de São Bento

Propagada em todo o mundo há mais de trezentos anos pelos monges beneditinos, e aprovada pelo Papa Bento XIV em 1742, a Medalha de São Bento tornou-se célebre por sua extraordinária eficácia no combate aos demônios e suas manifestações; protege contra malefícios de toda espécie, doenças contagiosas, picadas de serpentes e outros animais venenosos; protege também os animais domésticos e veículos. Aprovada e louvada pelos Papas, a Medalha de São Bento possui a força exorcística da Santa Cruz do Redentor – o sinal de nossa salvação.
A Medalha de São Bento deve ser sempre usada como medalha e também junto ao terço ou rosário para lhe dar força. Sua forma mudou ao longo do tempo e hoje ela é cunhada tendo São Bento segurando a cruz e a regra, do lado esquerdo um cálice do qual sai uma serpente e do lado direito o corvo com o pão envenenado, e em seu contorno a frase “Eius in obitu nro praesentia muniamur” (Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte ).

Do outro lado, temos a cruz de São Bento e seus caracteres:

Nos quadrantes: C S P B – Crux Sancti Patris BenedictiCruz do Santo Pai Bento
Na cruz – vertical: C S S M L – Crux Sacra Sit Mihi LuxCrus Sagrada Seja Minha Luz
Na cruz – horizontal: N D S M D – Non Draco Sit Mihi DuxO Dragão Não Seja Meu Chefe
No contorno – acima da cruz a inscrição PAX (paz) e V R S N S M V S M Q L I V B – Vade Retro Satana, Nunquam Suade Mihi Vana, Sunt Male Quae Libas, Ipse Venena BibasRetira te Satanás, Não Me Persuades de Tuas Vaidades, O que Ofereces é o Mal, Bebe Tu Mesmo Teu Veneno.

Origem da Medalha de São Bento

Sua origem, de difícil precisão, data de 1647 e está relacionada com o fato a seguir.
Conta-se que feiticeiras da Baviera, acusadas de suas maldades contra o povo daquela região, confessaram ser seus feitiços inteiramente anulados pelo poder da Cuz; e que em todos os lugares, aonde estivesse a Santa Cruz, seus malefícios nunca logravam efeito. E contaram que, especialmente no Mosteiro de Metten, nunca conseguiram êxitos em suas maldades e concluíam que isto se devia ao fato da existência de alguma Cruz naquele lugar.
Por causa disso, as autoridades locais foram consultar os monges da Abadia de Metten sobre o assunto. Depois de muito procurarem, localizaram de fato que o mosteiro era repleto de cruzes gravadas nas paredes e com uma inscrição acima.
Era preciso descobrir o porquê e por quem as cruzes foram gravadas. Suas investigações os levaram à biblioteca, a um antigo livro escrito por ordem do Abade Pedro, no ano de 1415. O livro transcrevia escritos antiqüíssimos, entre eles vários sobre a Cruz, com inúmeros desenhos a bico de pena realizados por um monge anônimo.
Um deste desenho era justamente São Bento tendo na mão direita um bastão em forma de Cruz. Acima do bastão estava o texto: Crux Sacra Sit Mihi Lux Non Draco Sit Mihi Dux
Da mão esquerda sai uma flâmula com a frase: Vade Retro Satana, Nunquam Suade Mihi Vana, Sunt Male Quae Libas, Ipse Venena Bibas
Desde então, se associa aos méritos de São Bento os poderes da Sagrada Cruz e, de forma especial, São Plácido e São Mauro, dois dos primeiros discípulos de Bento e primeiros fundadores das tradições da ordem, reforçam esta realidade pelo fato de terem realizado inúmeros milagres, valendo-se dos poderes da Santa Cruz pelos méritos de Bento.
Foi a piedade popular, a grande responsável pela propagação das graças obtidas pela intercessão de São Bento e, por isso resolveu gravar numa medalha os símbolos do santo poder.Difundida no mundo inteiro desde o século XVII, foi aprovada pelo Papa Bento XIV, em 1742.

Como se tornar um Oblato beneditino?

Como se tornar um Oblato beneditino?

Para ser tornar um Oblato, o candidato deverá preencher alguns requisitos: a) ser batizado na Igreja Católica Romana; b) ser católico, praticante e com vida regular nos mandamentos de Deus; c) ter mais de 18 anos; d) ser aceito pela comunidade de oblatos e Superiora da Comunidade Religiosa.
Em nossa comunidade, o candidato a oblação deverá procurar a Superiora da Comunidade Cristo Rei, Ir. Maria Salete.

Para chegar à oblação monástica, o candidato deverá percorrer um período de preparação, assim estruturado:
1º) postulantado, que terá a duração mínima de seis meses e a máxima de um ano;
2º) noviciado, que durará um ano, mas poderá ser prolongado a critério do diretor dos oblatos, no caso de nossa Superiora.

Quem é Oblato Beneditino?

O Oblato Beneditino é o cristão (leigo ou sacerdote) que, chamado por Deus, procura viver coerentemente o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia dentro do espírito da Regra de São Bento.

O que é Oblação?

A oblação é o ato reconhecido pela Igreja com o qual o cristão se oferece a Deus e entra a fazer parte de uma comunidade monástica, ainda que não no mesmo título dos monges.A oblação, apesar de não ter o mesmo título de um voto, possui o caráter de uma promessa estável feita a Deus e constitui um vínculo pessoal de afiliação a uma determinada Congregação.